Vida

é bom olhar para trás e admirar a vida que soubemos fazer

Já dizia Nando Reis: ‘ é bom olhar para trás e admirar a vida que soubemos fazer’… E sim, estou falando de 2012, que foi um dos anos mais frustrantes que eu já tive, mas por ser frustrante, eu aprendi bastante, e isso fez com que ele, além de frustrante, fosse um dos melhores anos da minha vida!

E é estranho, diga-se de passagem, porque esse foi o único ano que essa ansiedade para o aniversário-natal e ano novo não foi à mesma. Ainda fiquei um pouco brega com esses ‘ar-de-coisa-nova’, mas isso só aconteceu quando me obriguei a parar pra pensar o assunto ou lia algo nas redes sociais falando a respeito. A virada de ano foi como um dia qualquer, o natal também foi o exemplo disso, já nos dias vintes, eu fui me lembrar de que não havia visto a decoração do comércio da cidade, mas como se eu havia passado por lá algumas vezes? A correria foi tanta, que nem prestei atenção! Nem na decoração, e nem que as datas festivas já estavam tão próximas!

Mas isso de forma nenhuma significa que eu estou deprê, só que estou cheia da certeza de que posso realizar meus sonhos, que minhas esperanças têm sido renovadas todos os dias. Não sei se isso é ‘tão bom’ ou ‘ruinzinho’, adoro está mais confiante de que eu posso sim fazer algo esplendoroso em uma segunda-qualquer-que-não-seja-dia-01-de-janeiro, e também não sei se aquele cima natalino e de ‘coisa-nova’ realmente me fazem falta, apenas lembro com uma certa nostalgia lá no fundo.

E com isso, bem atrasada, eu sei, vou fazer uma retrospectiva com os melhores de 2012:

2 livros:
A culpa é das estrelas – John Green
As vantagens de ser invisível – Stephen Chbosky

2 filmes:
Tomates verdes fritos.
As vantagens de ser invisível.

3 Músicas mais escutadas:
Quando eu te encontrar – Biquini Cavadão
Could it be another change – The Samples

3 Acontecimentos:
Ter passado quase 3 meses em Gramado.
Ter entrado na faculdade.
Ter saído da casa dos meus pais.

3 metas:
Viajar bastante.
Conseguir um emprego.
Acabar de vez minha tolerância para imbecilidades alheias por medo de ficar só.

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