Vida

Minhas verdades amadoras

Esse não é o meu primeiro blog, muito menos o segundo, tampouco o terceiro, deve ser o décimo ou algo assim, dos que me surgem de uma noite de insônia, e onde minha mente não conhece outro alívio que não seja escrevendo.

Eu que sempre achei um absurdo quando as pessoas me falam que devo me focar apenas em um assunto, vivo acrescentando coisas novas nesse self service da vida: design, pscicologia, música, moda, fotografia, desenho, culinária, decoração, viagens, idiomas, sustentabilidade, jornalismo, cinema, administração, teologia… É que eu quero conhecer de tudo um pouco, sabe?

Mas isso nem sempre é um mar de rosas, é preciso matar todo dia um bichinho que parece totalmente dominável, só que não: a comodidade, que já me fez perder oportunidades maravilhosas. Outra coisa que costumava me paralisar, é essa ilusão de que não haverá nada de novo só porque estou nessa bolha de família, amigos e situações rotineiras, na minha zona de conforto, e que não há como crescer sem estar exposta um mundo completamente novo, quando na verdade eu posso mudar o sofá de lugar, e pedir um prato nunca experimentado pro jantar, e assim quem sabe absorver algo novo.

E é isso que eu tenho tentado fazer: viver, sugando todas as experiências que essa vida propõe. E posso até não realizar tudo, não tem problema,pois eu tô aprendendo a valorizar mais o consumo em si e o aprendizado obtido que a oportunidade.

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